Hoje eu acordei com uma vibe we-are-the-world-we-are-the-children. Tomei café, dei bom dia aos passarinhos, olhei o céu azul e me senti feliz por viver em um planeta tão afável e aconchegante.
Aí, envolto nessa onda de pensamentos positivos, me pus a pensar no que poderia ser feito para que o mundo fosse um lugar ainda mais supimpa. Não pensei na paz mundial ou no desmatamento da Amazônia, e sim naqueles pequeninos fatos do dia-a-dia que poderiam, efetivamente, deixar as pessoinhas ainda mais sorridentes.
Depois de muito matutar, cheguei a um ranking. OS DEZ FATOS QUE FARIAM DO MUNDO UM LUGAR MELHOR PARA SE VIVER:
#10: Casseta e Planeta no Airbus.
Indo pra França. Numa tempestade. Com raios e tubarões no oceano. Com o tacógrafo estragado. Por via das dúvidas, com poltronas que não flutuem na água.
#9: A extinção da Globo Minas
Naquele domingo ensolarado, você, cidadão triangulino, morrendo de vontade de beber uma gelada e assistir àquele jogão de futebol. Esse é um dos maiores certames do ano, a TV com certeza vai transmitir. Chega o horário, você sintoniza [hahaha, palavra velha] a Globo e dá de cara com um emocionante Atlético MG x Avaí, com uns 6 espectadores no campo e comentários do grande Bob Faria.
Será que ninguém da TV Integração se ligou que o Triângulo Mineiro tem tanta ligação com Belo Horizonte quanto eu tenho com Vladivostok?
#8: O pênis do namorado de Jaque Khury cair
Se você acessar o portal Globo.com, as chances de dar de cara com alguma notícia eletrizante sobre Jaque Khury são altas. “Jaque Khury compra biscoitos para o café”; “Jaque Khury pisa em cocô de cachorro na calçada”; “Jaque Khury passeia em Copacabana com freada de bicicleta.”
Aí você, leitor esperto, tem a mesma dúvida que eu tive: QUEM DIABOS É ESSA P!$@#* DE JAQUE KHURY?
Segundo o Google, ela é uma ex-BBB (ô racinha...) que foi eliminada na PRIMEIRA SEMANA, o que nos leva à seguinte conclusão: existe alguém na Globo sapecando Jaque Khury. Favor arrumar uma cueca de lítio pro safadão.
#7: Pedro Bial correspondente internacional na Faixa de Gaza
Seria engrandecedor para a população mundial se o exímio jornalista Pedro Bial fizesse a cobertura do conflito judaico-palestino. Somente ele, com toda a bagagem acumulada em anos de serviços prestados, poderia nos fornecer um elucidativo panorama sobre a briga de vizinhos mais famosa da política mundial, com toda sua sagacidade, astúcia e uma pitadinha de humor. Por isso, não tenha medo de desejar: Pedro Bial dando uma espiadinha na Faixa de Gaza, já! De preferência vestindo o uniforme da seleção palestina de futebol.
#6: Pandemia de gripe suína para os alternativos
Um mês de repouso assistido voluntário e o mundo seria outro. Revigorado, sabe? Imagina passar 30 dias sem ouvir que Radiohead é a melhor banda do mundo, que Belle & Sebastian revolucionou o jazz (-q/) ou que as letras dos Loser Manos tocam o coração?
30 dias sem ouvir que samba é música de intelectual, sem ler nenhum review de filme iraniano, sem ninguém se masturbar para o Tarantino...
30 dias sem ninguém deixar de tomar cerveja pra tomar capuccino, sem ouvir gente falando que ama o Bob Dylan sem nunca ter ouvido um disco inteiro, sem camisetas engraçadinhas e modernas...
Sonho meu, sonho meu, eu posso tudo o que eu sonhar.
#5: Preta Gil arrumar uma profissão
Por mais que eu tenha fé no ser humano, eu não consigo vislumbrar em Preta Gil nenhuma qualidade que me convença que ela mereçaexistir 5 segundos de fama. Aparência, jeito de ser, carisma, papel social, nome... Nada. E ainda se acha "A" gordelícia.
Contudo, como prova da minha boa-fé, acredito que um emprego, daqueles que a pessoa tem que cumprir uma tarefa predeterminada para ganhar uma remuneração no final do mês, a deixaria ocupada demais para falar bobagem/fazer bobagem/respirar.
#4: Cláudia Leitte ficar muda
Poucas vezes vi alguém se esforçar tanto pra aparecer. Até da doença do filho ela fez um espetáculo (como se alguém estivesse interessado). Ivete, te cuida, pois essa Leitte é the-biggest-stalker-of-all.
Longe de mim querer que Claudinha seja acometida por alguma enfermidade que neutralize suas cordas vocais. Ela pode muito bem se converter a alguma religião introspectiva, pode fazer uma promessa (“Não falo mais nenhuma palavra enquanto não virar Ivete Sangalo”), pode fazer do silêncio uma filosofia de vida, enfim, não importa.
Portanto, pessoas do mundo, uni-vos! Vamos dizer, gritar, cantar, em uníssono, numa só voz, numa só emoção à Claudinha: “Vaca amarela pulou a janela...”
#3: Lobotomia no movimento estudantil
Tem coisa mais chata do que você passar no vestibular e simplesmente querer estudar, mas ser interrompido por militantes das ciências humanas para falar da terceirização do RU, da proibição à prática de capoeira no campus e da crise do capitalismo na República do Togo?
Eu fiz Ciências Sociais, eu sei do que estou falando.
Eu até devia sugerir o mesmo que sugeri à Preta Gil, mas um militante jamais, nunca, em hipótese alguma, considerou a possibilidade de... trabalhar. Forget it. Impossível.
Proponho, então, lobotomia coletiva a laser. Se tirarmos apenas aquilo que eles tem de pior, quem sabe o militante de hoje não possa se tornar o ex-BBB de amanhã.
#2: Aposentadoria da Glória Perez
Marroquinos, indianos e norte-americanos falando em português, expressões árabes no horário nobre, músicas bisonhas, Juliana Paes protagonista (e vestida), Vera Fischer pagando de gatinha, Cissa Guimarães sendo Cissa Guimarães, viagens intercontinentais de 30 minutos, danças indianas, boi Bandido, vaca...
Alguma pergunta?
#1: Rubens Barrichello na ilha de Lost
Alguém já parou pra pensar no que seria o mundo sem Rubens Barrichello? Seria uma utopia? Estou pedindo demais? A humanidade não merece tamanho regozijo? Deus, ó todo-poderoso, temos que pagar até hoje pelos pecados de Eva?
Rubens Barrichello é a única pessoa que me faz ter vergonha de ser brasileiro, e olha que eu levei em consideração a existência da Irislene Stefanelli.
Tomara que ele nunca leia este blog, pois é capaz de me culpar pelas performances (!?) constrangedoras nas pistas de corrida. Afinal, “Ferrari”, “problema hidráulico”, “equipe”, “Schumacher” e “gasolina” já são desculpas um tanto quanto velhas.
Aliás, se tem uma pessoa que tem fé no mundo é o Barrica, pois, por mais que a pessoa seja otimista, ela nunca acreditaria em Rubens. Mas ele acredita em si mesmo. É até meio bonito isso.
São 16 anos de segundo piloto, de desculpas esfarrapadas, de falta de humildade, de marcha lenta, e da bandeira do nosso querido Brasil ao lado do nome “Rubens Barrichello” nos geradores de caracteres de todo o mundo, mostrando ainda mais ao mundo o nosso sofrimento.
Não. Basta. Já chega. Quaisquer que tenham sido os erros da nação tupiniquim no passado, eles já foram pagos, com juros e correção. ESTE PAÍS MERECE UM POUCO DE ORGULHO, UMA FATIA DE DIGNIDADE PARA CHAMAR DE NOSSA.
Rubinho, meu querido... Boa sorte na ilha de Lost. A gente até constrói um autódromo só pra você. Assim você pode quebrar ou rodar, mas pelo menos nenhum outro piloto vai chegar na frente.
E aí, feito?
_____________________________
Nem me apresentei formalmente aos demais integrantes do Idearium. Bom, como vocês podem notar, eu sou o Gustavo, e não costumo dizer muita coisa útil. Espero conhecer cada um aqui, com o tempo. Saudações!
Aí, envolto nessa onda de pensamentos positivos, me pus a pensar no que poderia ser feito para que o mundo fosse um lugar ainda mais supimpa. Não pensei na paz mundial ou no desmatamento da Amazônia, e sim naqueles pequeninos fatos do dia-a-dia que poderiam, efetivamente, deixar as pessoinhas ainda mais sorridentes.
Depois de muito matutar, cheguei a um ranking. OS DEZ FATOS QUE FARIAM DO MUNDO UM LUGAR MELHOR PARA SE VIVER:
#10: Casseta e Planeta no Airbus.
Indo pra França. Numa tempestade. Com raios e tubarões no oceano. Com o tacógrafo estragado. Por via das dúvidas, com poltronas que não flutuem na água.
#9: A extinção da Globo Minas
Naquele domingo ensolarado, você, cidadão triangulino, morrendo de vontade de beber uma gelada e assistir àquele jogão de futebol. Esse é um dos maiores certames do ano, a TV com certeza vai transmitir. Chega o horário, você sintoniza [hahaha, palavra velha] a Globo e dá de cara com um emocionante Atlético MG x Avaí, com uns 6 espectadores no campo e comentários do grande Bob Faria.
Será que ninguém da TV Integração se ligou que o Triângulo Mineiro tem tanta ligação com Belo Horizonte quanto eu tenho com Vladivostok?
#8: O pênis do namorado de Jaque Khury cair
Se você acessar o portal Globo.com, as chances de dar de cara com alguma notícia eletrizante sobre Jaque Khury são altas. “Jaque Khury compra biscoitos para o café”; “Jaque Khury pisa em cocô de cachorro na calçada”; “Jaque Khury passeia em Copacabana com freada de bicicleta.”
Aí você, leitor esperto, tem a mesma dúvida que eu tive: QUEM DIABOS É ESSA P!$@#* DE JAQUE KHURY?
Segundo o Google, ela é uma ex-BBB (ô racinha...) que foi eliminada na PRIMEIRA SEMANA, o que nos leva à seguinte conclusão: existe alguém na Globo sapecando Jaque Khury. Favor arrumar uma cueca de lítio pro safadão.
#7: Pedro Bial correspondente internacional na Faixa de Gaza
Seria engrandecedor para a população mundial se o exímio jornalista Pedro Bial fizesse a cobertura do conflito judaico-palestino. Somente ele, com toda a bagagem acumulada em anos de serviços prestados, poderia nos fornecer um elucidativo panorama sobre a briga de vizinhos mais famosa da política mundial, com toda sua sagacidade, astúcia e uma pitadinha de humor. Por isso, não tenha medo de desejar: Pedro Bial dando uma espiadinha na Faixa de Gaza, já! De preferência vestindo o uniforme da seleção palestina de futebol.
#6: Pandemia de gripe suína para os alternativos
Um mês de repouso assistido voluntário e o mundo seria outro. Revigorado, sabe? Imagina passar 30 dias sem ouvir que Radiohead é a melhor banda do mundo, que Belle & Sebastian revolucionou o jazz (-q/) ou que as letras dos Loser Manos tocam o coração?
30 dias sem ouvir que samba é música de intelectual, sem ler nenhum review de filme iraniano, sem ninguém se masturbar para o Tarantino...
30 dias sem ninguém deixar de tomar cerveja pra tomar capuccino, sem ouvir gente falando que ama o Bob Dylan sem nunca ter ouvido um disco inteiro, sem camisetas engraçadinhas e modernas...
Sonho meu, sonho meu, eu posso tudo o que eu sonhar.
#5: Preta Gil arrumar uma profissão
Por mais que eu tenha fé no ser humano, eu não consigo vislumbrar em Preta Gil nenhuma qualidade que me convença que ela mereça
Contudo, como prova da minha boa-fé, acredito que um emprego, daqueles que a pessoa tem que cumprir uma tarefa predeterminada para ganhar uma remuneração no final do mês, a deixaria ocupada demais para falar bobagem/fazer bobagem/respirar.
#4: Cláudia Leitte ficar muda
Poucas vezes vi alguém se esforçar tanto pra aparecer. Até da doença do filho ela fez um espetáculo (como se alguém estivesse interessado). Ivete, te cuida, pois essa Leitte é the-biggest-stalker-of-all.
Longe de mim querer que Claudinha seja acometida por alguma enfermidade que neutralize suas cordas vocais. Ela pode muito bem se converter a alguma religião introspectiva, pode fazer uma promessa (“Não falo mais nenhuma palavra enquanto não virar Ivete Sangalo”), pode fazer do silêncio uma filosofia de vida, enfim, não importa.
Portanto, pessoas do mundo, uni-vos! Vamos dizer, gritar, cantar, em uníssono, numa só voz, numa só emoção à Claudinha: “Vaca amarela pulou a janela...”
#3: Lobotomia no movimento estudantil
Tem coisa mais chata do que você passar no vestibular e simplesmente querer estudar, mas ser interrompido por militantes das ciências humanas para falar da terceirização do RU, da proibição à prática de capoeira no campus e da crise do capitalismo na República do Togo?
Eu fiz Ciências Sociais, eu sei do que estou falando.
Eu até devia sugerir o mesmo que sugeri à Preta Gil, mas um militante jamais, nunca, em hipótese alguma, considerou a possibilidade de... trabalhar. Forget it. Impossível.
Proponho, então, lobotomia coletiva a laser. Se tirarmos apenas aquilo que eles tem de pior, quem sabe o militante de hoje não possa se tornar o ex-BBB de amanhã.
#2: Aposentadoria da Glória Perez
Marroquinos, indianos e norte-americanos falando em português, expressões árabes no horário nobre, músicas bisonhas, Juliana Paes protagonista (e vestida), Vera Fischer pagando de gatinha, Cissa Guimarães sendo Cissa Guimarães, viagens intercontinentais de 30 minutos, danças indianas, boi Bandido, vaca...
Alguma pergunta?
#1: Rubens Barrichello na ilha de Lost
Alguém já parou pra pensar no que seria o mundo sem Rubens Barrichello? Seria uma utopia? Estou pedindo demais? A humanidade não merece tamanho regozijo? Deus, ó todo-poderoso, temos que pagar até hoje pelos pecados de Eva?
Rubens Barrichello é a única pessoa que me faz ter vergonha de ser brasileiro, e olha que eu levei em consideração a existência da Irislene Stefanelli.
Tomara que ele nunca leia este blog, pois é capaz de me culpar pelas performances (!?) constrangedoras nas pistas de corrida. Afinal, “Ferrari”, “problema hidráulico”, “equipe”, “Schumacher” e “gasolina” já são desculpas um tanto quanto velhas.
Aliás, se tem uma pessoa que tem fé no mundo é o Barrica, pois, por mais que a pessoa seja otimista, ela nunca acreditaria em Rubens. Mas ele acredita em si mesmo. É até meio bonito isso.
São 16 anos de segundo piloto, de desculpas esfarrapadas, de falta de humildade, de marcha lenta, e da bandeira do nosso querido Brasil ao lado do nome “Rubens Barrichello” nos geradores de caracteres de todo o mundo, mostrando ainda mais ao mundo o nosso sofrimento.
Não. Basta. Já chega. Quaisquer que tenham sido os erros da nação tupiniquim no passado, eles já foram pagos, com juros e correção. ESTE PAÍS MERECE UM POUCO DE ORGULHO, UMA FATIA DE DIGNIDADE PARA CHAMAR DE NOSSA.
Rubinho, meu querido... Boa sorte na ilha de Lost. A gente até constrói um autódromo só pra você. Assim você pode quebrar ou rodar, mas pelo menos nenhum outro piloto vai chegar na frente.
E aí, feito?
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Nem me apresentei formalmente aos demais integrantes do Idearium. Bom, como vocês podem notar, eu sou o Gustavo, e não costumo dizer muita coisa útil. Espero conhecer cada um aqui, com o tempo. Saudações!
