Já temos aqui uma espaço para reflexões, durante essas últimas 2 semanas me deparei com um saudosismo esportivo.
Na adolescência criamos inúmeros ídolos e passamos a adotá-los como referência. No meu caso, na fórmula 01 foi Ayrton Senna, no futebol foi Romário, no atletismo Carl Lewis, dentre outros. Em especial um se destacou (Ayrton Senna tb como referência) que foi Michael Jordan no Basquete, posso dizer que assisti uma das melhores gerações desse esporte, além de exemplo em quadra, fora dela um indivíduo fantástico e humano.
Em decorrência desse contato com time quase invencível na década de 1990, isso me levou a ter contato com outras épocas desse esporte magnífico, e então conheci Larry Bird, outro estupendo jogador e este contra aquele fizeram jogos antológicos, momentos que acalentam nossas mentem por toda a eternidade.
Outro fato, os dois atletas, tanto o do bulls quanto o do celtics, traziam uma referência única: esforço. treinavam como qualquer outro, esquecendo que eram os melhores em suas posições; jogam com gana e paixão, sem se importar com qualquer consequência; ou seja, faziam tudo com o máximo de vontade, daí com certeza o sucesso... como já dizia Fernando Pessoa: "Poem quanto és no mínimo que fazes."
Voltando ao princípio do texto, nessas duas últimas semana temos a oportunidade de presenciar os playoffs da NBA, e um dos confrontos é justamente Bulls X Celtics, e por mais que a época seja outra aparentemente os atletas encarnaram aquele espírito de luta de 2 décadas atrás.
se pegarmos um suspiro apenas do esforço de tais indivíduos talvez nossos dias rendam mais, e se não for desses, que seja dos monstros sagrados do passado recente.


















