Pode parecer mais um apelo filantrópico barato, mas é simplesmente impossível ver toda a tragédia que aconteceu no Haiti nesta última semana e não se comover, não se assustar e não se expressar sobre o ocorrido. Sabe essa história de que não pode ficar pior? Pois é, apesar de ter um dos piores IDH da América e do mundo, um índice de miséria e violência assustador, o país ainda passou por um terrível terremoto que desolou Porto Príncipe e demais regiões.
O mundo está comovido, e não podia ser diferente. Mesmo com toda a desorganização e dificuldades a ajuda vem de todos os cantos do planeta, de todas as formas e com o empenho de todos os países. Os EUA tomaram frente da ajuda humanitária e do controle do tráfego aéreo, o que vem causando certo frisson, com toda razão, por parte de outros países e por uma parcela da população haitiana, mas isso já é assunto para outro texto. O Brasil, que sempre tomou frente da ocupação pela missão de paz no país, continua fazendo seu papel, agora mais importante do que nunca, com ajuda financeira, militar, humanitária e sinceramente sentimental.
Embora o telejornal de maior repercussão no Brasil já esteja considerando o assunto batido (sofrimento demais cansa) e tenha colocado a matéria sobre o desastre no último bloco no jornal passado e, pasmem, com os repórteres falando diretamente de... NOVA IORQUE (?!?!?!?) sobre a o ocorrido em nosso vizinho americano. Os brasileiros não podem esquecer do que está acontecendo.
Celebridades do mundo todo estão engajadas: Oprah Winfrey faz apelos constantes por doações em seu programa para a Cruz Vermelha, que recebeu também 5,9 milhões arrecadados por Michelle Obama; Angelina Jolie e Brad Pitt também já doaram 1 milhão de dólares para a organização internacional Médicos sem Fronteiras; Nicole Kidman e Maggie Gyllenhaal durante seus discursos na premiação do Globo de Ouro também fizeram apelos para que o mundo se mobilizasse.
George Clooney organizou um show Hope for Haiti que acontecerá nessa sexta feira, dia 22, e será transmitido ao vivo para todo o Estados Unidos, onde grande nomes da música se reunirão para arrecadar fundos pela causa. Mas para quem é um mero mortal e também quer fazer alguma coisa, aí vai:
Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276 - Conta Corrente: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51
Médicos Sem FronteirasDoações com cartão de crédito
http://www.msf.org.br
Nações Unidas – PnudBanco:
Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003 - Conta Corrente: 600-1
Nações Unidas – UnicefDoações online
http://migre.me/gDP1
http://www.unicef.org/
Cáritas Internacional
Banco: Banco do Brasil
Agência: 3475-4 - Conta Corrente: 23.969-0
Partners in Health
Doações por cartão de crédito
http://migre.me/gDPB
http://standwithhaiti.org
Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3CC: 91000-7 - CNPJ: 04170237/0001-71
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Os piores filmes de 2009
Preparados para um show de horrores? Então aí vai a minha lista com os piores filmes de 2009. É claro que muito filme ficou de fora, afinal, eram apostas tão óbvias de serem ruins que nem me dei ao trabalho de conferir. Acho que esta é uma lista onde predominam os filmes que, na verdade, mais decepcionaram neste ano.
Antes da lista oficial, preciso citar dar menções desonrosas para dois filmes que assisti no FIC Brasília e que podem estrear no Brasil em 2010. Caso isso aconteça, corram léguas destes filmes. São eles Every Little Step (documentário sobre o musical Chorus Line. Ídolos deixa-o no chinelo); e Todos Mienten, que nem de filme eu chamaria (para mim, um compilado de situações desconexas e tremendamente entediantes).
Agora chega de enrolação, preparem os seus estômagos e confiram o Bottom 15/2009:
15º - Austrália (idem) – a saga que Baz Lührmann queria contar ficou tão confusa e melodramática que mais parecia um desfile de moda em novela mexicana do que propriamente um filme. Pobre da Nicole Kidman, que só tem errado nas escolhas dela.
14º - Os Normais 2 (idem) – os roteiristas perderam o espírito da série – e do primeiro filme – e fizeram elaboraram uma sequência infindável de situações grotescas e piadas batidas. Um desperdício. Nem Fernanda Torres conseguiu salvar o filme.
13º - Surf Adventures 2 (idem) – mais uma sequência nacional que não deu certo. Os depoimentos eram bem parecidos com os do primeiro filme, a proposta era a mesma, mas o encanto se perdeu. A falta de novidade e de ritmo fizeram deste documentário algo muito chato de se assistir. Merecidamente ignorado pelo público.
12º - Te Amarei Para Sempre (The Time Traveler's Wife) – outro desperdício. Tinha uma proposta até interessante, mas pensem numa equipe perdida?! Nada deu certo e nem a apelação emotiva funcionou.
11º - A Era do Gelo 3 (Ice Age 3 – The Age the Dinosaurs) – quanta decepção. Os dois primeiros filmes da série do brasileiro Carlos Saldanha eram tão divertidos, que assistir a terceira parte (cheia de novos e desnecessários personagens) foi um programa frustrante. Fora o oportunismo de lançar o filme em 3D (que de tridimensional pouco tinha), o que fez muita gente pensar que a nova tecnologia não era tão boa assim.
10º - Budapeste (idem) – ainda não foi dessa vez que conseguiram fazer uma boa adaptação de uma obra do Chico Buarque. O diretor de fotografia Lula Carvalho fez um bom trabalho, mas nem só de beleza vive um filme.
9º - Inimigos Públicos (Public Enemies) – o excesso de ação arrastada e o roteiro fraco e cheio de furos foram os principais responsáveis pelo fracasso deste filme. Arrecadou um bom dinheiro, mas poderia ter saído-se bem melhor. Fora a exaltação ao vilão. Ninguém merece aquela deturpação de valores. Para mim, a expectativa mais frustrada do ano.
8º - A Verdade Nua e Crua (The Ugly Truth) – fórmula reducionista, atuações preguiçosas e piadinhas machistas acabaram com este filme. E o que foi aquele efeito horroroso do balão, na cena final? Micão.
7º - Che: Parte 1 (Che) – a primeira parte da saga de Che Guevara foi tão arrastada que nem tive coragem de ver a segunda. Steven Soderbergh faz um filmes interessantes, mas definitivamente não dá para confiar.
6º - X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine) – Hugh Jackman se deu mal este ano. Foi elogiado pela apresentação do Oscar, mas depois do fiasco de Austrália, ainda protagonizou esta obra caça-níquel vazia e mal acabada. Hajam efeitos visuais ruins. Bryan Singer faz muita falta para os filmes dos mutantes.
5º - Transformers 2 (idem) – Michael Bay sempre fez filmes visando lucro, sem ligar para a qualidade. Mas desta vez, ele se superou. Um dos filmes com mais clichê por metro de película que eu já vi. Só serviu para inspirar-me para uma das minhas críticas mais divertidas. Preferia não ter assistido.
4º - Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic) – futilidade irritante, protagonista histérica, realidade pararela, de um mundo em que poucos vivem. Senti-me um desneurado assistindo isso.
3º - Spirit (idem) – Frank Miller pensou que seria fácil dirigir um filme sozinho. Se deu mal. Além de ter uma fotografia instável (mesclando uma bela plasticidade com tosqueiras), ainda se perdeu em meio à falta de história. Até o elenco parecia não saber o que estava fazendo ali. Merecidamente, foi um fiasco de público e de crítica.
2º - Bela Noite Para Voar (idem) – efeitos horríveis, roteiro fraquinho e interpretações limitadas fizeram deste o pior filme nacional deste ano. JK deve ter remoído-se no túmulo. Corram!
1º - 2012 (idem) – eis um dos maiores absurdos que eu já vi. Tá para nascer um diretor mais oportunista do que Roland Emmerich. O cara pensa que destruir o mundo é sinônimo de grande bilheteria. Estava certo, mas foi difícil encontrar alguém que tivesse gostado do filme. Usar de um pretexto marketeiro (a profecia maia do fim do mundo), para enganar o público não se faz. Não tinha história, não tinha elenco e os efeitos bons estavam todos no trailer. Quem ainda não viu, não veja.
É claro que depois da tempestade vem a bonança. Então, quem quiser pode conferir a lista dos Melhores de 2009, no blog Fred Burle no Cinema!
Um feliz 2010 para todos!
Por
Fred Burle
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Passagem
Grau para suportar a dor que sou
Luz na minha pele,
Óh! noite não venha me apertar
Que seja dia, sempre um bom dia
Não quero um vazio no peito
Quero ar de amor um ar puro
Eu quero voar e quero luz nos dias escuros
Luz na minha pele,
Óh! noite não venha me apertar
Que seja dia, sempre um bom dia
Não quero um vazio no peito
Quero ar de amor um ar puro
Eu quero voar e quero luz nos dias escuros
Por
Pablo Cândido
domingo, 3 de janeiro de 2010
Real
Bem creio em coisas que algumas pessoas pensam não ser real, mas essa palavra é um tanto quanto misteriosa, real, palavra que para muitos determina aquilo que é apenas material.
Quando se fala de amor, é algo real, mas real no plano sentimental e não no plano físico e grosseiro da matéria, e existe vários outros planos onde existem seres, energias reais mas que não se apresentam no plano material e mesmo não se apresentando manifestam sua influência de uma maneira sutil que somente pessoas com uma percepção maior podem notar.
É isso, idéias a serem consideradas.
Quando se fala de amor, é algo real, mas real no plano sentimental e não no plano físico e grosseiro da matéria, e existe vários outros planos onde existem seres, energias reais mas que não se apresentam no plano material e mesmo não se apresentando manifestam sua influência de uma maneira sutil que somente pessoas com uma percepção maior podem notar.
É isso, idéias a serem consideradas.















