O tema não deixa de ser óbvio da mesma forma que não deixa de ser tão presente e importante.
sábado, 26 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Mortal Kombat
Um curta do possível filme MK.
MK é um jogo de luta desenvolvido pela Midway Games, quem tem entre 18 e 25 anos já deve ter visto muitos fatalities, um dos golpes letais com intenção de humilhar o oponente que os personagens podem realizar.
A história do jogo é o clichê de sempre, mal contra o bem; Earthrealm guarnecido por Rayden e sua turma são os bonzinhos da história, enquanto que grande parte dos seres do Outworld que não possuem líder fixo é o lado negro da força.
Nesse curta dirigido por Kevin Tancharoen, ele altera um pouco a história original; Baraka e Reptile são humanos com corpo deformado, sanguinários, assassinos em série, Reptile ao menos não deixou de comer carne; Escorpion que era um dos personagens mais maléficos agora ao que tudo indica vai trabalhar para o lado do bem
O diretor gastou pouco mais de 7 mil dólares para realizar o curta, a intenção é ser contratado pela Warner , eu espero que funcione, pois os filmes que já foram feito usando o nome de MK, ficaram muito ruins.
Não segue a mesma linha do jogo, mas ficou bastante interessante.
MK é um jogo de luta desenvolvido pela Midway Games, quem tem entre 18 e 25 anos já deve ter visto muitos fatalities, um dos golpes letais com intenção de humilhar o oponente que os personagens podem realizar.
A história do jogo é o clichê de sempre, mal contra o bem; Earthrealm guarnecido por Rayden e sua turma são os bonzinhos da história, enquanto que grande parte dos seres do Outworld que não possuem líder fixo é o lado negro da força.
Nesse curta dirigido por Kevin Tancharoen, ele altera um pouco a história original; Baraka e Reptile são humanos com corpo deformado, sanguinários, assassinos em série, Reptile ao menos não deixou de comer carne; Escorpion que era um dos personagens mais maléficos agora ao que tudo indica vai trabalhar para o lado do bem
O diretor gastou pouco mais de 7 mil dólares para realizar o curta, a intenção é ser contratado pela Warner , eu espero que funcione, pois os filmes que já foram feito usando o nome de MK, ficaram muito ruins.
Não segue a mesma linha do jogo, mas ficou bastante interessante.
Por
Eduardo Janú
segunda-feira, 7 de junho de 2010
CinemAUÊ: você pode ver estrelas em uma sala de cinema?

Qual a diferença entre assistir um filme dentro de uma sala de cinema ou em outro espaço, como ao ar livre?
São muitas as iniciativas que tentam tirar o cinema uberlandense das mãos monopolizadoras dos cinemas multiplex, localizados dentro de shopping centers. Os cineclubes já ocupam um lugar de destaque no cenário que abrange o audiovisual na cidade. Cinema em museus, praças, no mercado municipal, universidades, todo evento fora de um shopping center, menos segregador, e que instigue uma nova experiência em assistir um filme, é válido.
Um projeto que já existe há algum tempo é o "Cinemauê - o cinema educa? educa!" o qual busca o enriquecimento do aprendizado universitário por meio de uma experiência diferente. Durante todo semestre do ano passado, foram realizadas sessões nos anfiteatros dos Blocos Y e 3M, com um público médio de 20 pessoas, entre professores, alunos e interessados.
A nova proposta do projeto, agora, é a realização das próximas sessões de Cinema em espaços abertos, em que iremos explorar uma nova percepção através do lugar e ao mesmo tempo aumentar o número de participantes uma vez que o cinema permeará um espaço de fluxo freqüente, público e de fácil acesso: Espaços abertos da universidade!
O primeiro local é o terraço coberto do bloco 5O, aquele em fase final de construção, ao lado do bloco 3Q e que tem uma vista espetacular da Av. João Naves de Avila e Segismundo Pereira, além de uma visão noturna privilegiada da Biblioteca do Campus Santa Mônica.
Pois então! Leve o seu banquinho e aproveite essa nova experiência, pois essa você não consiguirá ter em uma sala do Cinemais!
10/06 Quinta-feira 21:30h
Curta inicial: Pela Primeira Vez, Octavio Cortazar, Cuba, 1967.
Filme: Documentário "1958 . O ano em que o mundo descobriu o Brasil"
Realização: Cinemauê, Cine Bar e Goma.
Apoio: Dalau (dir. acadêmico arquitetura e urbanismo), Zapi Impermeabilizantes, Supermercado Real, Café Cajubá!
São muitas as iniciativas que tentam tirar o cinema uberlandense das mãos monopolizadoras dos cinemas multiplex, localizados dentro de shopping centers. Os cineclubes já ocupam um lugar de destaque no cenário que abrange o audiovisual na cidade. Cinema em museus, praças, no mercado municipal, universidades, todo evento fora de um shopping center, menos segregador, e que instigue uma nova experiência em assistir um filme, é válido.
Um projeto que já existe há algum tempo é o "Cinemauê - o cinema educa? educa!" o qual busca o enriquecimento do aprendizado universitário por meio de uma experiência diferente. Durante todo semestre do ano passado, foram realizadas sessões nos anfiteatros dos Blocos Y e 3M, com um público médio de 20 pessoas, entre professores, alunos e interessados.
A nova proposta do projeto, agora, é a realização das próximas sessões de Cinema em espaços abertos, em que iremos explorar uma nova percepção através do lugar e ao mesmo tempo aumentar o número de participantes uma vez que o cinema permeará um espaço de fluxo freqüente, público e de fácil acesso: Espaços abertos da universidade!
O primeiro local é o terraço coberto do bloco 5O, aquele em fase final de construção, ao lado do bloco 3Q e que tem uma vista espetacular da Av. João Naves de Avila e Segismundo Pereira, além de uma visão noturna privilegiada da Biblioteca do Campus Santa Mônica.
Pois então! Leve o seu banquinho e aproveite essa nova experiência, pois essa você não consiguirá ter em uma sala do Cinemais!
10/06 Quinta-feira 21:30h
Curta inicial: Pela Primeira Vez, Octavio Cortazar, Cuba, 1967.
Filme: Documentário "1958 . O ano em que o mundo descobriu o Brasil"
Realização: Cinemauê, Cine Bar e Goma.
Apoio: Dalau (dir. acadêmico arquitetura e urbanismo), Zapi Impermeabilizantes, Supermercado Real, Café Cajubá!
Postado às
08:34
CinemAUÊ: você pode ver estrelas em uma sala de cinema?
2010-06-07T08:34:00-03:00
Paulinha Tavares
Paulinha Tavares|
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Paulinha Tavares
domingo, 6 de junho de 2010
Uberlândia sedia o 3º Congresso Fora do Eixo
O CONGRESSO FORA DO EIXO (COFE) é uma das maiores ações da rede que compõe o Circuito Fora do Eixo, movimento político cultural fundado em 2005 por coletivos independentes de algumas regiões brasileiras como Mato-Grosso, Paraná, Acre e Minas Gerais. Devido ao seu grande poder de articulação, tornou-se um movimento legítimo da cultura independente brasileira, apostando em empreendimentos coletivos cada vez mais crescentes em torno da cadeia produtiva cultural, através da música independente. Hoje conta com 50 coletivos trocando tecnologias e conhecimentos cotidianamente, decidindo e trabalhando em ações conjuntas, sendo O CONGRESSO FORA DO EIXO (COFE) é o principal encontro presencial desta rede colaborativa.
Postado às
12:55
Uberlândia sedia o 3º Congresso Fora do Eixo
2010-06-06T12:55:00-03:00
Felipe Tavares
Felipe Tavares|
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Por
Felipe Tavares
quinta-feira, 3 de junho de 2010
tamanho
você cabe em minha rotina,
em minha lida,
em meu dia a dia.
cabe em meu cotidiano,
em meu dia,
em meu mês,
em meu ano.
cabe em minhas ruas,
em meus caminhos,
em meus destinos.
cabe em meus amores,
em minhas dores,
em meus sentimentos.
cabe em minha vida,
cabe em mim.
se você quiser, cabe,
sim.
Por
Frederico Oliva





