sexta-feira, 29 de julho de 2011

A influência e o influenciado, por um mundo melhor.

Baixa qualidade na música, no jornalismo, no radio, na TV, em propagandas, produtos e no Brasileiro...
Vem de quem produz, influencia a desgraça diretamente, ou indiretamente.
Vem da ignorância popular, do gosto povo, que consome coisas ruins.
Mas o povo consome por ignorância, já quem cria, tira proveito da ignorância, transformando o produto a altura da ignorância do povo, ação criminosa disfarçada.
Ainda é cedo para falar em desenvolvimento, sem desenvolver os valores morais e intelectuais da nossa sociedade.
O Brasil está como uma fruta perdida. Bonita por fora e podre por dentro.
Eu estou falando da educação da nossa sociedade. O Brasil tem uma população que não é educada.

E isso está no espírito em si do povo ou é manipulação e influência de quem tem poder?

Examinando:

O Brasil gosta de porcaria
(na musica, jornalismo, publicidade, cinema)
Porque a “indústria da desgraça” só produz isso, alienando a população.
Sendo assim, o poder (autoridades, imprensa, influencias) o vilão da história.

O Brasil gosta de porcaria porque o povo é ruim mesmo, gosta de coisa ruim
(tem coisa boa, mas o povo não consome, não vota ou não apóia)
Ou seja: o povo é que pede produto ruim, dando o rumo e consequência a uma desgraça social.
Sendo assim, o povo o vilão da história.

A indústria da desgraça (o poder político, imprensa, artistas...) faz coisas ruins e o brasileiro ridiculamente aceita as porcarias, empurradas goela a baixo.
Sendo assim, tanto quem produz, quanto quem consome, vilão da história.

A indústria produz porcaria, o povo consome e a “parceria do cão” está feita.
Seria mais cômodo, e “talvez” injusto, dizer que a influência ou o poder sobre o povo é que dá o rumo de toda nação, ignorando a capacidade humana de discernir as coisas, simplesmente dizendo que o povo é burro e alienado, procurando somente um vilão.
Mas, tanto quem influência quanto quem é influenciado tem culpa.

Talvez isso nos leve a pensar que está tudo perdido, que não podemos acreditar no povo.
O povo que consome, dá audiência, valoriza coisas banais, ridículas deixando os valores morais, intelectuais, um exame profundo, o pensamento crítico de lado optando quase sempre pelo senso comum, deixando assim uma sociedade mal vista à beira da descrença social. Mas posso ainda culpar uma minoria?

É melhor atribuir a culpa a nós e a todos, combatendo o comodismo e lutando por uma sociedade melhor, acreditando que o povo é capaz de mudar o rumo e dizer não. Assim como a influência pode despertar no povo um olhar diferente do senso comum. E assim acabando a produção de porcarias no país. Acreditando que as indústrias, produção artística, imprensa, que as autoridades resolvam assumir um compromisso com a mudança para melhor, evoluindo e desenvolvendo o Brasil, o mundo.

Política, religião, educação (com valores morais), são ferramentas capazes de dar a liberdade das pessoas da maldade, da ignorância, da desgraça que domina, para um mundo melhor. Mas para isso, alguém tem que ceder. Se o povo ou o poder, começar. Esse sistema já se desestabiliza. Não há poder sem subordinados. (não há influência) Que o poder saiba influenciar de maneira positiva, contribuindo para a liberdade e estimulando o povo a sair da ignorância, da miséria cultural e que sejamos instrumentos de uma boa mudança social.